ATENÇÃO: DEFENSORIA PÚBLICA PEDE LIBERDADE DOS ASS*SS*NOS QUE MA7@RAM A JOVEM NATALY

 JUSTIÇA NEGA LIBERDADE A SUSPEITOS E MANTÉM PRISÃO PREVENTIVA APÓS CRIME CHOCANTE



A tentativa da defesa dos acusados de conseguir a liberdade provisória foi frustrada pela decisão firme da Justiça. O caso que tem gerado grande repercussão teve um novo desdobramento após a negativa do Ministério Público do Ceará (MPCE) e do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), que optaram por manter a prisão preventiva dos suspeitos.


Defesa pedia liberdade, mas Justiça se posicionou contra


Representados pela Defensoria Pública do Ceará, os acusados tentaram obter a liberdade provisória mediante o uso de medidas cautelares, como tornozeleira eletrônica e recolhimento domiciliar noturno. No entanto, a solicitação foi rejeitada pelas autoridades competentes, que consideraram a gravidade do caso e a necessidade de manter os investigados sob custódia.


A defesa sustentou que os acusados possuíam residência fixa, contestando a versão da Polícia Civil do Ceará (PCCE), que havia alegado que eles eram “andarilhos”, sem domicílio fixo. Esse ponto gerou uma divergência entre as partes envolvidas no processo.


O passado dos acusados e os argumentos da defesa


Um dos acusados, Francisco Márcio, teve sua defesa pautada no fato de ser pai de seis filhos menores, um deles com deficiência, além de ter colaborado com as investigações, chegando a indicar o local onde o corpo da vítima foi encontrado. A defesa alegou que ele era réu primário e não possuía antecedentes criminais.


Porém, a decisão judicial apontou um histórico diferente: Francisco Márcio já foi condenado por roubo e responde a um processo por violência doméstica.


Outro suspeito, Francisco Teodósio, teve a defesa afirmando que ele possuía apenas um registro criminal anterior relacionado à Lei Maria da Penha e que ele negava qualquer envolvimento direto na execução do crime.


Já Jardson Silva, o terceiro envolvido, foi apresentado pela defesa como réu primário, sem antecedentes criminais e sem participação direta na morte da vítima.


Justiça mantém prisão preventiva


Após analisar os pedidos da defesa e os antecedentes dos envolvidos, o Tribunal de Justiça do Ceará decidiu que a manutenção da prisão preventiva era necessária, negando qualquer possibilidade de concessão de liberdade provisória aos acusados.


O caso continua gerando grande repercussão e novas informações podem surgir a qualquer momento.


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